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  • Foto do escritorMarcelo de Carvalho Marinho

A Cervejaria Trindade convida: Venham fazer parte dessa revolução cultural!!!

A Cervejaria Trindade convida: Venham fazer parte dessa revolução cultural!!!


O movimento cultural cervejeiro é um movimento de contracultura iniciado no final dos anos 70 nos EUA e Inglaterra, onde os precursores cansado daquele líquido insosso, sem sabor e aroma e massificado, começaram a produzir, primordialmente cervejas tipo Ale e históricas, cervejas estas muito mais ricas em sabores e aromas.


A contracultura pode ser definida como um ideário altercador que questiona valores centrais vigentes e instituídos na cultura ocidental. Justamente por causa disso, são pessoas que se negam a se adaptarem às visões aceitas pelo mundo. Com o vultoso crescimento dos meios de comunicação, a difusão de normas, valores, gostos e padrões de comportamento se libertavam das amarras tradicionais e locais ganhando uma dimensão mais universal e aproximando a juventude de todo o globo, de uma maior integração cultural e humana.


Jovens inovando estilos, com um espírito mais liberal, resumido como uma cultura underground, cultura alternativa, focada principalmente nas transformações da consciência, dos valores e do comportamento, na busca de outros espaços e novos canais de expressão para o indivíduo e pequenas realidades do cotidiano, embora o movimento Hippie, que representa esse auge, almejasse a transformação da sociedade como um todo, através da tomada de consciência, da mudança de atitude e do protesto político.


Movimento inspirado no existencialismo de Sartre, um movimento filosófico mais restrito, anterior ao movimento basicamente artístico e comportamental da Beat Generation, que, por sua vez, resultaria em um movimento de massa, o movimento hippie. De um lado, o termo "contracultura" pode se referir ao conjunto de movimentos de rebelião da juventude que marcaram os anos 60: o movimento hippie, a música rock, uma certa movimentação nas universidades, viagens de mochila, drogas e assim por diante. Trata-se, então, de um fenômeno datado e situado historicamente e que, embora muito próximo de nós, já faz parte do passado. De outro lado, o mesmo termo pode também se referir a alguma coisa mais geral, mais abstrata, um certo espírito, um certo modo de contestação, de enfrentamento diante da ordem vigente, de caráter profundamente radical e bastante estranho às forças mais tradicionais de oposição a esta mesma ordem dominante.


Este movimento surgiu da nossa vontade de lutar pela divulgação da cultura da cerveja artesanal, contra a ignorância cervejista a que fomos submetidos desde sempre.


De que adianta ficar preso eternamente na zona de conforto? Para viver é preciso experimentar, conhecer, ousar, arriscar e não ficar no comodismo de consumir sempre o que a mídia empurra goela abaixo, com campanhas publicitárias milionárias que tentam a todo custo nos convencer que só é legal, descolado e inteligente quem segue a cartilha imposta por eles. É a massificação do consumo: variações idênticas do mesmo produto, a preços convidativos em um mercado dominado por imensas multinacionais onde a ordem é cortar custos custe o que custar.


Neste mundo os pequenos sequer são estatística. Pequenos produtores locais/artesanais não tem campanhas de marketing


milionárias, a diferenciação do produto tem que falar por si só.


Por esse e outros motivos é que a revolução está lançada, e não estamos falando apenas de cerveja. Temos que revolucionar o modo como pensamos a respeito das coisas. Nós temos sim o direito de escolher o que gostamos. O que escolhemos consumir não pode se basear em falácias da mídia. Quando compramos algo, muito da nossa personalidade está impressa nesse ato. Valorizar o que é bom, o que é local, artesanal, produzido por pessoas para pessoas faz parte de quem somos. Não é a propaganda que determina a qualidade de um produto. Não podemos deixar que a TV, os jornais e as revistas pensem por nós. É preciso ter opinião e fazer suas próprias escolhas, fazer valer sua opinião e seu dinheiro.


Um objetivo comum nos uniu e motivou: a diversidade de tudo que é bom. Estamos lutando para que cada pessoa possa ter sua própria opinião e que todas sejam respeitadas. Ninguém pode dizer que não gosta do que não conhece, e por esse motivo que os revolucionários tentam tirar as pessoas da sombra das grandes muralhas erguidas por quem só pensa em lucro e não em pessoas.


Venha com a gente colocar mais malte na panela e gritar ao mundo: BEBA DIRETO DA FONTE!!!



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